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Como reduzir a pegada de carbono na união de chapas a frio

  • há 10 horas
  • 3 min de leitura
Equipamento GPTECH realizando união de chapas a frio via PontoTech em ambiente industrial.
União por conformação MECÂNICA: elimina fumos tóxicos e reduz o consumo energético.

No cenário industrial atual, a pressão por processos mais limpos não é apenas uma questão ética, mas uma exigência de mercado. No entanto, muitas indústrias metalúrgicas enfrentam um dilema: como reduzir as emissões sem comprometer a produtividade? O grande gargalo está, frequentemente, nos métodos tradicionais de fixação. Se você busca eficiência, a união de chapas a frio surge como a solução definitiva para alinhar lucro e responsabilidade ambiental.

 

O custo invisível da solda na sua produção

 

O método de união mais comum no mercado, a soldagem, é inerentemente "sujo". Além do alto consumo de energia elétrica, ela gera fumos tóxicos e faíscas que exigem investimentos pesados em sistemas de exaustão e Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) complexos.

Mas o custo da solda não para nos insumos como arame e gás. Ele se agrava no retrabalho causado pela distorção térmica das chapas e na degradação química dos materiais revestidos. Manter processos de alto carbono encarece o produto final devido a taxas ambientais e, pior, pode causar a perda de contratos com grandes players globais que hoje exigem selos verdes e conformidade com metas de ESG.

 

PontoTech: A revolução da união de chapas a frio

 

Para romper com esse ciclo de desperdício, a GPTECH apresenta o PontoTech. Esta tecnologia de ponta utiliza a conformação MECÂNICA para unir metais sem a necessidade de calor. Ao contrário da solda ponto, o PontoTech oferece uma rota de fuga estratégica para indústrias que precisam descarbonizar sua linha de produção.

 

Ao adotar a união de chapas a frio, sua fábrica elimina uma cadeia inteira de impactos negativos:

 

  1. Zero Emissões de Gases: Por ser um processo a frio, não há queima de materiais ou liberação de fumos nocivos. O ar da fábrica permanece limpo, protegendo a saúde do colaborador.

  2. Eficiência Energética Radical: Enquanto transformadores de solda demandam carga constante, as máquinas GPTECH operam com "Energia sob Demanda". O consumo ocorre apenas no milissegundo em que o ponto é executado, para ativar o compressor a ar, gerando uma redução energética de até 80%.

  3. Eliminação de Consumíveis: No PontoTech, o material da própria chapa é usado para criar o travamento. Não há descarte de eletrodos, sobras de rebites ou resíduos químicos.

 

A engenharia por trás do "Raio-X" da União

 

Muitos gestores céticos questionam se um processo sem calor pode ser resistente. A resposta está na engenharia interna da conformação mecânica. Ao analisarmos um corte transversal, o "Raio-X" do PontoTech, observamos um entrelaçamento perfeito entre as chapas.

Diferente de um amassado superficial, o punção pressiona o material contra a matriz, forçando um escoamento lateral que cria um "cogumelo" ou "S" de intertravamento. Este interlock mecânico garante uma união robusta, preservando o revestimento ou a pintura original do material, sem criar pontos de corrosão ou carbono residual. É a prova visual de que a estrutura está perfeitamente preservada e segura.

 

Conclusão: O futuro é a Conformação MECÂNICA


Reduzir a pegada de carbono não precisa ser um custo adicional; com o PontoTech, a sustentabilidade é uma consequência natural da eficiência técnica. Ao migrar para a união de chapas a frio, você posiciona sua empresa como referência em inovação e garante competitividade no concorrido mercado sul-americano.


Quer transformar sua linha de produção em um modelo de sustentabilidade e alta performance?

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