Riscos na soldagem: o custo invisível para a fábrica
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Os riscos na soldagem não aparecem na planilha financeira da fábrica, mas se materializam no FAP, no RAT e no passivo trabalhista. Fumos metálicos, radiação ultravioleta, faíscas, ruído de impacto e posturas inadequadas geram afastamentos que pesam no balanço anual. A tecnologia PontoTech, baseada em conformação MECÂNICA a frio, foi projetada para eliminar todos esses riscos na raiz.
Os seis riscos na soldagem que pesam no balanço
O primeiro é respiratório. Os fumos metálicos liberados durante a fusão contêm óxidos de zinco, manganês, cromo e níquel, classificados pela NR-15 como agentes insalubres. A exposição crônica está associada a febre dos fumos, doenças pulmonares e suspeita de carcinogenicidade. O segundo é a radiação não ionizante, com emissão de ultravioleta e infravermelho no arco que provocam ceratite, queimaduras de retina e danos cumulativos à pele.
O terceiro é o risco elétrico, com correntes altíssimas que podem causar choque e fibrilação. O quarto são as queimaduras térmicas por respingos. O quinto é o ruído acima de 85 dB, limite de tolerância da NR-15. O sexto é ergonômico, com posturas forçadas que geram LER e DORT.
Por que o PontoTech elimina os riscos na soldagem
A tecnologia PontoTech ataca os seis grupos de riscos na soldagem de forma estrutural, não compensatória. Como o processo é a frio, não há fusão de metal, e portanto não há fumos metálicos nem emissão de radiação. Como não há arco elétrico, o operador não fica exposto a choque. Como não há respingos, não há queimaduras térmicas. O ruído operacional permanece na faixa segura.
A ergonomia também muda. As ponteadeiras pneumáticas e os alicates manuais GPTECH são projetados para reduzir esforço e posturas forçadas, com acionamento por pedal ou gatilho leve. Para entender a base técnica, consulte a página sobre o que é Clinch.
O impacto financeiro: FAP, RAT e passivo trabalhista
Os riscos na soldagem se convertem em três frentes financeiras que o RH industrial conhece bem. A primeira é o FAP, que pode variar em até 100% a alíquota do RAT conforme o histórico de afastamentos. A segunda é o RAT em si, que classifica a atividade entre 1% e 3% pelo grau de risco. A terceira é o passivo trabalhista, com ações por insalubridade, periculosidade e pensão por incapacidade.
Quando a operação migra para o PontoTech, todos esses indicadores melhoram simultaneamente. Para entender como esse ganho se conecta ao pilar Social do ESG, consulte o pilar ESG na Cadeia de Fornecimento Industrial.
Perguntas frequentes sobre riscos na soldagem
A migração para PontoTech afeta o enquadramento de insalubridade?
Sim. Como o processo elimina fumos metálicos, radiação não ionizante e ruído acima do limite de tolerância, o laudo técnico pode ser revisto. Isso impacta o adicional pago e o enquadramento previdenciário da atividade.
O PontoTech atende às exigências da NR-12 e NR-34?
Sim. Os equipamentos GPTECH são projetados em conformidade com NR-12 e operam fora do escopo da NR-34, justamente por serem um processo mecânico a frio. Isso simplifica a gestão de segurança industrial.
Quanto tempo leva para refletir nos indicadores FAP e RAT?
O FAP é recalculado anualmente pelo INSS com base em CAT e benefícios concedidos nos dois anos anteriores. A migração começa a impactar o indicador no segundo ciclo de apuração após a substituição dos postos de soldagem.
Segurança que aparece no balanço e no chão de fábrica
Os riscos na soldagem deixam de existir quando a tecnologia de união é projetada sem calor, sem arco e sem consumível. O PontoTech elimina os seis grupos de risco simultaneamente e converte essa eliminação em FAP menor, RAT reduzido e passivo trabalhista controlado. Para a indústria que precisa entregar resultado financeiro e cumprir compromissos ESG do eixo Social, a migração para conformação MECÂNICA a frio é a decisão que une produtividade, saúde do trabalhador e governança em uma única operação.
GPTECH | Tecnologia PontoTech para união de chapas metálicas a frio
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